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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Agradável, doce e sobrenatural paz dos mercados natalinos da Era da Luz


Longe da banalidade comercial, o sorriso sobrenatural do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo enchia de alegria suave e de aconchego as praças de cidades e aldeias, de palácios e choupanas da Idade Média.

A tradição, embora deformada, pervive até hoje.

Trata-se das feiras de Natal que ainda dominam em cidades alemãs, austríacas, alsacianas, etc., na Europa.

Elas constituem um eco saudoso, requintado em épocas posteriores, do Natal medieval.

Cheiro de ervas, amêndoas torradas, vinho, cravo, canela, incenso e resina de pinheiro.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Veneza: cidade que desafia o equilíbrio

Veneza é uma cidade que desafia o equilíbrio. Ela é uma sublime explosão de cores e de formas meio despreocupadas tendendo a um prodigioso meio irreal.

Veneza embriaga.

Veneza é uma das muitas Itálias, porque houve incontáveis Itálias.

Podemos ver antes de tudo, a diferença que vai entre o Campanile ‒ que é uma torre contendo os sinos ‒, e a Basílica de São Marcos.

De lado, fica o incomparável Palácio dos Doges, governantes supremos da República de Veneza eleitos cada cinco anos.

A Basílica é a capela dos Doges e a torre é o campanário da Basílica.

O Campanile é reto, vai para o céu quase como um desafio. Ele se despreocupou completamente com o que está ao redor dele, não liga para nada.

A parte de baixo toda nua, simples, tem um gosto italiano muito especial. É um pe-queno pormenor, não no centro como poria o francês, mas de lado: uma fila de janeli-nhas.