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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bruges. exemplo de cidade medieval burguesa e mercantil

Cidade das pontes e dos canais
Bruges recebeu seu nome, segundo se afirma, da palavra Brug, que, em flamengo, quer dizer ponte.

Com efeito, tudo bem contado, a cidade possui, creio, cinqüenta e seis.

Ela tem, além disso, sete portas, oito praças públicas e duzentas ruas.

Por isso, mestre Adrien Bartaud, professor de eloqüência em Louvain, onde morreu em 1542, disse: “Pulchra sunt oppida Gandavum, Antuerpia, Lovanium, Mechlina, , sed nihil ad Bruges”.

O que significa: “Gand, Antuérpia, Louvain e Malines são belas cidades, mas nada em comparação com Bruges”.

Com efeito, na época em que o bom doutor escrevia este elogio pomposo, ou seja, sob o reino de Felipe, o Bom (pai de Carlos, o Temerário), Bruges era não somente uma das mais belas, mas ainda uma das mais ricas cidades do mundo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bruges: vida repousante, comércio e artesanato intenso e elevado

Bruges, Bélgica, tranqüilidade, repouso e segurança

Um povo tem obrigação de estar sempre progredindo. Também não é normal que esteja o tempo inteiro progredindo.

Assim como um homem que trabalha muito em certas horas do dia ou em certas fases de sua vida, e depois descansa para acumular capacidade de ação e depois se lançar mais na ação, assim também os povos têm legitimamente períodos de repouso.

Não se trata de uma decadência, mas de um repouso num píncaro. E, partir desse píncaro, voltando à ação ele sobe para mais alto.

Não é um repouso de decadente, é um repouso de equilibrado que quer respirar antes de continuar a escalada.