Outras formas de visualizar o blog:

terça-feira, 22 de maio de 2012

Professor medieval: cavaleiro andante no mundo do pensamento

Eu peguei restos de uma concepção do homem que vai espantar muito aos senhores. A mais bela condição para o homem civil era ser professor universitário.

Mas professor universitário especialmente, porque ele era uma espécie de cavaleiro andante no mundo do pensamento.

Então, ele ia refutar os sofismas abomináveis, e ia esmagar os hereges mostrando que estavam falsos nisso, naquilo, naquilo outro, e passava a vida pensando nisto e combatendo os inimigos de Cristo com o pensamento.

Bom, o arquétipo disso foi São Tomás de Aquino. Hoje seria um exagero estender a figura de São Tomás de Aquino a todos os professores universitários.

Mas, na Idade Média não, porque ele encarnava um ideal que muitos professores universitários procuravam seguir.

terça-feira, 8 de maio de 2012

O guerreiro medieval participava da glória do martírio. Beleza do cavaleiro andante


De um certo ponto de vista, o homem de paz, de uma profissão pacífica, era muito mais do que o guerreiro. Mas de outro ponto de vista ele era muito menos.

Porque o guerreiro corria o risco por Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele dava a vida por Nosso Senhor e ali entravam a glória incomparável do martírio.

Toda santidade tem glória, mas o martírio tem uma glória especial. Dessa glória era participante o guerreiro que guerreia por Deus, por Nossa Senhora, etc.

Uma forma de cavalaria que se adulterou muito, etc., mas cujo ideal era muito bonito, era a cavalaria andante. O cavaleiro que ia sozinho ou em grupo de dois ou três por vales e montes, para procurar as injustiças para reparar.