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terça-feira, 9 de novembro de 2010

A burguesia rica: cidadãos ilustres e banqueiros

Na cena inicial o ambiente é mais elevado.

Estamos na presença de um festim de gente rica e nobre.

Percebe-se a diferença.

A figura vestida de vermelho é o personagem de mais realce e está colocado num plano mais alto.

Ele está olhando para um outro que lhe está fazendo uma saudação pomposa.

Nas mesas do banquete há comerciantes ricos.

Na segunda imagem vemos uma reunião de banqueiros.

Um está ouvindo notícias de seus negócios; outro já fez o bom negócio e está guardando dentro da bolsa e anotando entradas e saídas.

Os bancos estavam naquele tempo apenas se organizando.

Outro banqueiro está contando dinheiro em cima da mesa e discute com o banqueiro de azul.

À direita um outro ainda vem fazer o pagamento.

O banqueiro está vestido com um tecido magnífico. O banqueiro era sempre um plebeu; era um típico burguês, quer dizer habitante do burgo ou cidade.

Todos eles estão contentes. O que está pagando eu não diria que está muito satisfeito, mesmo porque a função de pagar é menos alegre do que a de receber, mas positivamente não é nem um faminto nem um maltrapilho.

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 22/4/1973. Sem revisão do autor).


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